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1. Tem muito cospe Viola
Querendo ser cantador
2. Oitavão rebatido
http://www.4shared.com/file/58137488/fad5f95c/Oliveira_e_Valdir.html
Senha: cantoriasecordeis
agosto 07, 2008
agosto 02, 2008
Vanildo de Pombos (homenagem póstuma)

Nascido no Paraná, Vanildo mudou-se logo menino para a cidade de Pombos (65 km do Recife), onde era bastante querido. Primeiro e único forrozeiro a se apresentar na Broadway, teve parcerias com grandes nomes do forró como Dominguinhos e Genival Lacerda. Gravou quatro cds, compôs cerca de 300 músicas e diversos jingles. Divulgou o forró pé-de-serra também na Europa e neste ano foi homenageado no São João da cidade de Gravatá. Chegou também a apresentar programas de rádio sempre enaltecendo o forró e dizia abertamente que sua única frustração era ainda não ter sido convidado para cantar no palco principal do São João de Caruaru.
Vanildo foi morto covardemente por dois motoqueiros diante de sua esposa Cláudia e de sua filha Maria Clara, de apenas 5 anos. Ao ser abordado em frente de sua residência por volta das 22 h da noite do sábado passado (26/07/2008), Vanildo ainda tentou correr, mas foi anvejado por vários tiros chegando a falecer no próprio local.
A polícia trabalha com a hipótese de motivos políticos para a execução do crime, visto que o artista recentemente havia declarado apoio a uma vereadora candidata a prefeita da cidade de Pombos.
Espera-se que o caso seja resolvido, mas por mais que a a justiça seja feita e que os criminosos sejam condenados, a lacuna deixada por Vanildo não será reparada jamais.
Deixo aqui duas faixas em mp3 gravadas por ele, sendo uma delas com a participação de Genival Lacerda.
1. Não tô nem aí
2. Vitô vai farinhar
Senha: cantoriasecordeis
* Curiosamente a postagem destas músicas deveria ter sido feita antes do São João, mas por ter emprestado o cd, só agora tenho essa oportunidade.
julho 30, 2008
3 poemas
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1. A loucura
Declama: Louro Branco
2. A tinta branca dos anos
Autor: Dedé Monteiro
Declama: João Bernardes
3. Não conheço esquerdista que não mude
Quando pega nas rédeas do poder
Autor: Ivanildo Vilanova
Canta: Ivanildo Vilanova
http://www.4shared.com/file/57196939/62ba8c7f/3_poemas.html?dirPwdVerified=44ca76e
Senha: cantoriasecordeis
1. A loucura
Declama: Louro Branco
2. A tinta branca dos anos
Autor: Dedé Monteiro
Declama: João Bernardes
3. Não conheço esquerdista que não mude
Quando pega nas rédeas do poder
Autor: Ivanildo Vilanova
Canta: Ivanildo Vilanova
http://www.4shared.com/file/57196939/62ba8c7f/3_poemas.html?dirPwdVerified=44ca76e
Senha: cantoriasecordeis
julho 28, 2008
Tome o mote !
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Estarei frequentemente propondo alguns motes
para que os amigos poetas e apreciadores possam
contribuir compondo suas estrofes como comentários.
Este é o primeiro deles:
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
Estarei frequentemente propondo alguns motes
para que os amigos poetas e apreciadores possam
contribuir compondo suas estrofes como comentários.
Este é o primeiro deles:
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
Desafios com Zé Cardoso
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1. Você corre, mas não passa
Um palmo na minha frente
(Zé Cardoso e Raimundo Caetano)
Eu já vi você beber
Cinquenta e Um com Cinzano
E agora vem Caetano
Ser crente pra reverter
Não é, mas poderá ser
Que esse povo, geralmente
Só inventa de ser crente
Depois que bebe cachaça
Você corre, mas não passa
Um palmo na minha frente
(Zé Cardoso)
2. Faça tudo que eu fiz se quiser ser
Cantador respeitado e Campeão
Para ser o poeta que estou sendo
Foram léguas e léguas de estrada
Minha luta já é marca registrada
Tudo quanto plantei estou colhendo
Nem que a mídia não esteja me querendo
Me trocando por ET ou por Lobão
Eu esqueço que tem televisão
E venho até o teatro lhe dizer
Faça tudo que eu fiz se quiser ser
Cantador respeitado e campeão
(Zé Cardoso)
3. Cantador pra cantar na minha frente
Deus não faz, nunca fez, nem vai fazer
Pra topar o "terror riograndense"
Zé Viola talvez que não aceite
Moacir diga não, Valdir enjeite
Se Geraldo souber talvez dispense
Vilanova sabendo que não vence
Chega a carta, ele abre e não quer ler
Louro Branco com medo de perder
A desculpa é "não vou porque sou crente"
Cantador pra cantar na minha frente
Deus não faz, nunca fez, nem vai fazer
(Zé Cardoso)
http://www.4shared.com/file/56866168/65f1d4b9/desafios_ze_cardoso.html
Senha: cantoriasecordeis
1. Você corre, mas não passa
Um palmo na minha frente
(Zé Cardoso e Raimundo Caetano)
Eu já vi você beber
Cinquenta e Um com Cinzano
E agora vem Caetano
Ser crente pra reverter
Não é, mas poderá ser
Que esse povo, geralmente
Só inventa de ser crente
Depois que bebe cachaça
Você corre, mas não passa
Um palmo na minha frente
(Zé Cardoso)
2. Faça tudo que eu fiz se quiser ser
Cantador respeitado e Campeão
Para ser o poeta que estou sendo
Foram léguas e léguas de estrada
Minha luta já é marca registrada
Tudo quanto plantei estou colhendo
Nem que a mídia não esteja me querendo
Me trocando por ET ou por Lobão
Eu esqueço que tem televisão
E venho até o teatro lhe dizer
Faça tudo que eu fiz se quiser ser
Cantador respeitado e campeão
(Zé Cardoso)
3. Cantador pra cantar na minha frente
Deus não faz, nunca fez, nem vai fazer
Pra topar o "terror riograndense"
Zé Viola talvez que não aceite
Moacir diga não, Valdir enjeite
Se Geraldo souber talvez dispense
Vilanova sabendo que não vence
Chega a carta, ele abre e não quer ler
Louro Branco com medo de perder
A desculpa é "não vou porque sou crente"
Cantador pra cantar na minha frente
Deus não faz, nunca fez, nem vai fazer
(Zé Cardoso)
http://www.4shared.com/file/56866168/65f1d4b9/desafios_ze_cardoso.html
Senha: cantoriasecordeis
julho 24, 2008
Cancão
Um rapaz embriagado
Entrou num salão de dança
Sem nenhuma segurança
Pendendo pra todo lado
O rosto todo melado
De óleo, terra e carvão
Fez um rabo de cordão
Parecia o satanás
Quer ver o que o ébrio faz
Não beba, preste atenção
Manoel Filó
Eu acho que não convém
Falar de quem bebe porre
Porque se quem bebe morre
Sem beber morre também
Apenas quem bebe tem
Suas artérias normais
Trata das fossas nasais
Controla o metabolismo
Cachaça no organismo
É necessário demais
Do livro As Curvas do Meu Caminho, de Manoel Filó, Editora e Gráfica Franciscana, Petrolina-PE, 2004.
Um rapaz embriagado
Entrou num salão de dança
Sem nenhuma segurança
Pendendo pra todo lado
O rosto todo melado
De óleo, terra e carvão
Fez um rabo de cordão
Parecia o satanás
Quer ver o que o ébrio faz
Não beba, preste atenção
Manoel Filó
Eu acho que não convém
Falar de quem bebe porre
Porque se quem bebe morre
Sem beber morre também
Apenas quem bebe tem
Suas artérias normais
Trata das fossas nasais
Controla o metabolismo
Cachaça no organismo
É necessário demais
Do livro As Curvas do Meu Caminho, de Manoel Filó, Editora e Gráfica Franciscana, Petrolina-PE, 2004.
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